quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Orador

Sheryl Sandberg (Empresária norte-americana e chefe de operações do Facebook)

Tema da Palestra

Empreendorismo

Resumo da Palestra

A formação deste dia começa com uma pergunta, lançada pela oradora do dia: O que é o empreendorismo?

Como podemos determinar se uma pessoa é um empreendedor e o que motiva as pessoas a seguir por este caminho? Explicou-se que o caminho para o empreendorismo começa com uma ideia e uma decisão. É, por isso, que podemos dizer que o empreendorismo é o processo de criar um modelo de negócios ou organização. O empreendedor é o responsável pelo sucesso ou insucesso desta ideia que desenvolve até ser economicamente sustentável, pelos seus trabalhadores e colaboradores e pelos restantes recursos que adquire e toma em consideração no planeamento do seu negócio.

O termo “empreendedor” terá sido utilizado pela primeira vez em 1723, e o economista Robert Reich indicou como qualidades essenciais do empreendedor a liderança, capacidade de gestão e de acompanhamento de equipas (team-building). A capacidade de rápido diagnóstico, de antecipação de resultados e de criação de estratégias de resolução de problemas devem também ser preocupações de quem queria tornar-se um empreendedor.

Sheryl Sanberg explica este fenómeno através das palavras de Paul Reynolds, o fundador do the Global Entrepreneurship Monitor e um conhecido empreendedor.

Diz-nos que a ideia de criar o próprio emprego e de cada um ser responsável pelo seu próprio destino profissional está muito disseminada nos Estados Unidos. Nesse país, inquirindo vários trabalhadores já em idade de reforma, percebemos que metade dos inquiridos foram trabalhadores por conta própria durante parte das suas vidas. O empreendorismo faz parte do conhecido “sonho americano”.

Esta é uma forma de criar as próprias regras da nossa vida profissional, explica, o nosso horário e de ver as nossas ideias ganhar forma, mas é também uma forma de maximizar o valor daqueles que têm um projecto ou uma visão.

Escolher este caminho envolve um grande risco e responsabilidade conclui.

Mas a melhor forma de perceber o empreendorismo é ouvir os testemunhos de quem, todos os dias, toma essa opção.

Vejam as seguintes histórias e partilhem connosco as vossas opiniões:

http://www.ted.com/talks/lang/pt/margaret_heffernan_dare_to_disagree

http://www.ted.com/talks/lang/pt/julie_burstein_4_lessons_in_creativity


https://www.ted.com/talks/shawn_achor_the_happy_secret_to_better_work?language=pt


  • Qual a que mais gostaram?
  • Imaginam-se a ter este tipo de ideias?
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5 comentários:

  1. "Shawn Achor: O ingrediente secreto para trabalhar melhor" escolhi este video porque está bastante esclarecedor, interativo e divertido. Concordo com a opinião do "Shawn Achor"

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  2. O vídeo que eu escolhi foi também o de Shawn Achor pois mostrou de uma forma divertida que a a felicidade pode ser uma causa para uma boa produtividade e não uma consequência, mas o de Margaret Heffernan também me pareceu interessante porque defende que discordar dos outros não é necessariamente mau, mas até uma boa forma de desenvolver projetos e trabalhos.
    Madalena C., 2a de Lisboa

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  3. Exatamente. Posso dizer te, por causa do vídeo da Margaret Heffernan, que quando estiveres a tirar um curso, se um dia fizeres uma tese de licenciatura ou outro projecto de curso a melhor forma de avançar e de saber por onde queres ir é mostrar aquilo que tens feito aos teus colegas para que o critiquem mesmo muito. Assim sabes que no momento de ser avaliada já te terás preparado para tudo ;)

    Filipa
    1ª cia SDR

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  4. Concordo plenamento com Shawn Achor e com Margaret Heffernan, ambos os pensadores argumentaram muito bem em relação ao seu ponto de vista.

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  5. Gostei especialmente da palestra de Margaret Heffernan, por ser um apelo bem construído ao espírito crítico, à ousadia e à independência racional, instrumentos relevantes para uma evolução em direcção a uma sociedade mais justa, mais capaz e mais civilizada. Esta evolução tem sido muito lenta, precisamente porque o número de seres humanos como George e Alice, cujo caso me inspirou, como a Heffernan, é insuficiente e excepcional. Partilho com a oradora a opinião de que a capacidade de argumentação como algo natural deve ser incutida desde cedo, para que se torne apurada e verdadeiro instrumento de mudança rápida e fundamentada de práticas e comportamentos que são, de facto, negativos e que atrasam. O conflito como modo de resolver pareceu-me uma maneira de ver os procjetos a desenvolver muito razoável, e que me imagino a ter, mas talvez a não expor tão bem.
    Carlota Barbosa, 1ª Cia de Carcavelos

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